https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/issue/feed Escritas do Tempo 2021-05-18T16:38:48+00:00 Equipe Editorial escritasdotempo@unifesspa.edu.br Open Journal Systems <div align="justify"> <p>A Revista Escritas do Tempo nasce com uma das primeiras ações do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIST) da Unifesspa, constituindo espaço especializado para publicação de artigos, dossiês, entrevistas e resenhas. Trata-se de uma revista online de <strong>acesso aberto</strong>, imediato e gratuito, com fluxo contínuo de recebimento de propostas de publicação, permitindo diferentes perspectivas de análise, sujeitos históricos, interrogações, reflexões, temas e temáticas de estudo, por diferentes ângulos teóricos e metodológicos.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <div align="justify">&nbsp;</div> </div> https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1619 Editorial 2021-05-12T23:43:14+00:00 Marcus Vinicius Reis mv.historia@gmail.com Karla Leandro Rascke karla.rascke@unifesspa.edu.br Geovanni Gomes Cabral geocabral22@gmail.com Erinaldo Vicente Cavalcanti ericavalcanti@unifesspa.edu.br <p>Lançamos nessa edição da Revista Escritas do Tempo diferentes artigos que compõem o dossiê intitulado “Amazônia, fronteiras e diversidades”. A proposta desse número é mesclada por textos articulados ao tema de Amazônia(s) e suas diversidades e fronteiras, em plurais experiências de sujeitos históricos, contextos, períodos, abordagens e epistemologias. Reflexões/pesquisas e escutas em narrativas textuais que permitem evidenciar experiências das diversidades amazônicas são demonstradas nessa edição, constando de análises de registros imagéticos, escritos, sonoros, rítmicas evidenciando saberes e viveres de povos e comunidades do campo e da cidade, povos indígenas e comunidades quilombolas, espaços e estratégias educacionais e políticas de ação afirmativa, artes e suas linguagens, numa emergência de múltiplas Amazônia(s) e seus contextos.</p> 2021-04-30T18:31:42+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1618 Apresentação do Dossiê Temático "Amazônia, fronteiras e diversidades" 2021-05-12T23:43:15+00:00 Karla Leandro Rascke karla.rascke@unifesspa.edu.br Rogério de Carvalho Veras rogerioveras14@gmail.com Paulo Marcelo Cambraia da Costa paulo77cambraia@gmail.com <p>É imprescindível buscar reconstruir nossas representações sobre a Amazônia, se de fato desejamos colocá-la no centro do destino nacional e do equilíbrio<br>climático global. E isso passa certamente pelo exercício de uma pesquisa social que esteja seriamente comprometida em tentar ouvir os povos que habitam os territórios amazônicos. Reconfigurar nossas representações depende fundamentalmente de nos&nbsp;deixarmos impactar por esses lugares, seus saberes, suas histórias de resistências... é desarmar-se de nosso instrumental teórico forjado “de fora”, abolindo as hierarquias epistemológicas para nutrir-se das categorias e representações das pessoas que comvivem com as Amazônias. Assim sendo, povos e culturas, com suas formas e visões de mundo, produzem manifestações e caminhos de análise múltiplos. Seja no campo da História ou das demais Ciências Sociais, em crescente movimento de ampliar horizontes sobre as Amazônias,<br>intelectuais têm se debruçado em análises sobre relações que permeiam sentidos e ênfases distintas. Em interfaces de tempos e espaços, desde concepções coletivas, comunitárias ou grupais, produzindo e transmitindo e culturas e saberes, em distintas linguagens, materialidades e espiritualidades, sujeitos históricos emergem em narrativas inovadoras sobre a região.</p> 2021-04-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1540 Paisagens e gentes da fronteira: povoamento e urbanização da Amazônia (séculos XVII E XVIII) 2021-05-12T23:43:14+00:00 Janaina Valéria Pinto Camilo janainavpcamilo@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo apresentar parte da pesquisa realizada sobre a construção da fronteira Amazônica, especificamente, a Capitania do Grão-Pará e Maranhão, entre os séculos XVII e XVIII, quando das viagens de exploração e demarcação previstas, neste último caso, pelo Tratado de Madri (1750 a 1761). O conjunto de documentos diz respeito a mapas e plantas arquitetônicas produzidos por engenheiro militares e padres matemáticos e, também, correspondências trocadas entre o Governador Francisco Xavier Mendonça Furtado com o Marquês de Pombal e com administrados das vilas da capitania, citando a necessidade de povoamento do Cabo Norte e as condições precárias de algumas fortificações e a urgência de se construir outras mais modernas, seguidas de outras construções religiosas e civis.</p> 2021-04-30T18:43:37+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1548 Contribuições sobre fugas escravas e formação de quilombos na confluência dos rios Araguaia e Tocantins (Marabá, séculos XVIII-XIX) 2021-05-12T23:43:14+00:00 Maria Clara Sales Carneiro Sampaio mclarasampaio@unifesspa.edu.br Marta Lima Alves miracyclalves@gmail.com <p>O presente texto discute problemáticas ligadas à falta de um maior número de estudos historiográficos sobre a agência e a resistência escrava na região de confluência dos rios Araguaia e Tocantins (que abriga a cidade de Marabá), no Sudeste paraense, entre meados do século XVIII e no século XIX. Procura-se analisar os focos de encontros e presenças escravas a partir de ações estabelecidas por negros e negras nas florestas e nos rios amazônicos levando em consideração os vários contextos da escravidão nas províncias do Maranhão, Grão-Pará e Goiás.</p> 2021-04-30T18:46:47+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1544 O colégio Santa Rosa na dinâmica da "Educação-Pacificação" dos "Selvagens" do Araguaia paraense, a partir da revista Cayapós e Carajás/Memória Dominicana (1902-1952) 2021-05-12T23:43:14+00:00 Milton Pereira Lima miltoncau@yahoo.com.br <p>No presente artigo foi realizada uma investigação a respeito do Colégio Santa Rosa, sua fundação e o perfil dos seus estudantes. O surgimento de tal instituição foi articulado por padres dominicanos do Araguaia Paraense, se tornando um marco educacional na fronteira do Araguaia Paraense, que atendia crianças indígenas de variados grupos étnicos, moradores do imenso território de Conceição do Araguaia. Utilizou-se como fonte a narrativa constituinte da revista <em>Cayapós e Carajás/Memória dominicana, </em>além de corpus documentais produzidos pelos missionários entre os anos de 1902 a 1952. O resultado da criação dessa escola foi a articulação de uma educação de perfil elementar para formar cidadãos cristãos. Todavia, se objetivou uma adequação do comportamento dos indígenas ao padrão cultural ocidental, o que ajudou na promoção da “pacificação”, na evacuação e na extinção de grupos indígenas araguaianos.</p> 2021-04-30T19:31:19+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1533 Do ódio vem a coragem. Dinâmica do massacre como vingança 2021-05-12T23:43:14+00:00 Emanuel Pacheco de Souza emanuel@uemasul.edu.br <p>Este estudo explora um massacre de uma aldeia Gamela ocorrido nos anos 1920 em Penalva/MA. O massacre dos Gamelas está registrado em “Terra Queimada”, livro de memórias de Bento Mendes, primo do autor do massacre. Além do massacre o livro revela um rico panorama da vida nos sertões maranhenses na primeira metade do século XX. Estes demais aspectos são úteis para compreender o massacre na medida em que descortinam o pano de fundo cultural para que as noções de vingança, honra e justiça sirvam como mecanismo analítico. O conceito de Fronteira fornece a moldura mais ampla para a compreensão do massacre.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-04-30T19:32:49+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1542 "A escrava livre": construção de identidade de uma religiosa feminista 2021-05-12T23:43:14+00:00 Vasni de Almeida vasnidealmeida@gmail.com Janildes Curcino Sarzêdas cursinodb@gmail.com <p>Esse artigo se ocupou em apresentar uma mulher que vem construindo a sua identidade de religiosa e feminista em uma sociedade ainda bastante arraigada pelo machismo dominante dentro das estruturas religiosas do catolicismo no Brasil. Trata-se da freira espanhola Mercedes de Budallés Diez, que vive no Brasil desde 1976, e que teve uma forte atuação na Diocese de Porto Nacional, no estado do Tocantins. Este estudo buscou através de entrevista com essa freira e da análise do seu material escrito identificar o processo de construção da identidade religiosa feminista em um processo de valorização da memória de atuação e militância dentro da chamada Teologia Feminista e da Teologia da Libertação. A metodologia da história utilizada na construção da identidade foi aqui explorada na perspectiva descrita por LÊ GOOF (1999), NORA, (1993) e POLLAK (1992).</p> 2021-04-30T19:36:04+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1552 A porta da Amazônia é aqui! Desenvolvimento e educação no governo de José Sarney no Maranhão (1966 – 1970) 2021-05-12T23:43:14+00:00 Elizânia Sousa do Nascimento elizzania@hotmail.com <p>A chegada de José Sarney ao governo do Maranhão em 1966 foi impulsionada, entre outras estratégias, por uma rede discursiva que possuía no desenvolvimento seu ponto central de apoio. Entre os campos que deveriam não apenas estimular, mas também sustentar o desenvolvimento do Estado, encontrava-se a educação. O artigo apresenta os projetos que foram constituídos pelo Programa de governo do <em>Maranhão Novo</em> para os níveis primário e secundário: O <em>Projeto João de Barro</em>, a <em>Televisão Educativa do Maranhão </em>- TVE/MA e o <em>Projeto Bandeirante</em>. Destaca-se a rede discursiva que gravitava em torno desses projetos e analisa-se as correspondências entre esses discursos e a efetividade dos projetos.</p> 2021-04-30T19:49:33+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1547 O programa de apoio ao estudante quilombola (PAEQUI) como política de permanência numa universidade na Amazônia (UNIFESSPA-PA) 2021-05-12T23:43:14+00:00 Karla Leandro Rascke karla.rascke@unifesspa.edu.br Jheyciele Naira dos Santos jheyciellenaira@gmail.com Maria Cristina Macedo Alencar maria.alencar@unifesspa.edu.br <p>O trabalho foca a experiência de realização do Programa de Apoio ao Estudante Quilombola (PAEQUI), que constitui uma política preocupada com a permanência de estudantes quilombolas ingressantes na Unifesspa via Processo Seletivo Específico Indígena e Quilombola (PSIQ). O estudo foi realizado com a análise de fontes documentais, notas de campo, relatórios parciais e finais produzidos pelas discentes apoiadoras e pelas coordenadoras, destacando o funcionamento do PAEQUI&nbsp; em dois grupos na unidade 3, campus de Marabá. Objetivou-se analisar os avanços e desafios na implementação dessa política de permanência voltada para os estudantes quilombolas na instituição. Constatou-se que o Programa possui experiências exitosas e desafios quanto a ações articuladas entre a PROEG e as coordenações dos grupos de apoiadores que possibilitem efetivamente o sucesso acadêmico dos discentes apoiados.</p> 2021-04-30T19:52:14+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1515 Reflexões sobre a alteridade na expressão poética de Charles Trocate 2021-05-12T23:43:13+00:00 Airton Souza Oliveira souzamaraba@gmail.com Gilson Penalva gilpena@unifesspa.edu.br <p><strong>RESUMO: </strong>Esse trabalho apresenta uma análise a respeito das reflexões sobre a <em>alteridade, </em>centrada na obra <em>Conversa com </em>louças, do poeta amazônida Charles Trocate. Na nossa análise iremos mostrar como os discursos coloniais projetaram formas de imposições afim de, criar um pensamento homogêneo dentro das Amazônias e, como a expressão poética trocatiana, produzida na Amazônia Oriental foi aos poucos contribuindo para descontruir esse processo. Nossos referenciais teóricos se encontrarão em importantes obras teóricas ligadas ao pensamento contemporâneo sobre identidade e cultura, entre os quais BHABHA (1998); HALL (2011); SPIVAK (2014) e PENALVA (2012).</p> 2021-04-30T20:01:03+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1549 O tempo estrutural da comunidade de Santa Luzia do Maruanum, Amapá: vivências de temporalidades possíveis 2021-05-12T23:43:13+00:00 David Junior de Souza Silva davi_rosendo@live.com Danielle Balieiro dos Santos davi_rosendo@live.com <p>O objetivo desta pesquisa é a compreensão de como o tempo social se estrutura em contextos/espaços/temporais cuja organização sociocultural e manifestações simbólicas se esturuturam em valores etnicamente singulares – como é o caso da comunidade Santa Luzia do Maruanum. A justificativa é a evidência de estruturas reais e empíricas de tempos sociais que contestam as concepções universalizadoras presentes nas atuais teorizações eurocêntricas sobre o tempo. Outrossim, a pesquisa sobre o tempo social e seus usos e sentidos tem implicações sobre a compreensão de parte dos sentidos de felicidade e bem-viver comunitário. Epistemologicamente, o estudo aqui proposto funda-se na perspectiva da interculturalidade e da pós-colonialidade. A metodologia empregada foi a etnografia junto à comunidade. Como resultados, identificamos que o tempo social comunitário é feito por um tempo de trabalho, um tempo familiar, um tempo religioso, e um tempo de lazer cotidiano e festivo extracotidiano. O tempo social comunitário é feito também desse ‘tempo escolhido’, dessa autodeterminação, dessa autonomia relativa para decisão sobre o cotidiano.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-04-30T20:42:02+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1536 Holocausto ecológico em Itaipu e na Amazônia: trabalhadores (as), ditadura e conflito agrário do Sul ao Norte do Brasil 2021-05-12T23:43:13+00:00 Cátia Franciele Sanfelice de Paula cfsanfelice@yahoo.com.br <div>O artigo problematiza a relação entre a Itaipu Binacional, a ditadura militar e a questão agrária na Amazônia, com ênfase nos problemas enfrentados pelos trabalhadores (as) desapropriados (as) pela estatal. Para isso, utilizo fontes de imprensa e registros produzidos pelo Serviço Nacional de Inteligência da ditadura militar, SNI, que tratam, em especial, dos conflitos no Acre e em Rondônia. Discuto a omissão e a truculência do Estado com rela ção aos conflitos agrários, do Sul ao Norte do país e como imobiliárias particulares atuaram nesse processo</div> <div>convocando trabalhadores do Paraná para a Amazônia. Destaco a falta de alternativas e as dificuldades de acesso à terra pelos trabalhadores frente à s mudanças provocadas pelas relações sociais capitalistas materializadas na construção da Hidrelétrica de Itaipu e nos projetos de “colonização” na região Norte do país</div> 2021-04-30T20:59:49+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1422 Entre um passado pioneiro e um destino de progresso: construção de um projeto político-intelectual no interior do Paraná 2021-05-18T16:38:48+00:00 Fred Maciel fredmaciel06@gmail.com Frank Antonio Mezzomo frankmezzomo@gmail.com <p>O artigo busca analisar ações político-intelectuais a partir da trajetória biográfica de Francisco Irineu Brzezinski, figura pública atuante no interior do Paraná nos anos de 1970/80. Com um corpus documental composto por entrevista, obras ensaísticas, pronunciamentos e artigos publicados na imprensa, atas, ofícios e projetos de lei produzidos pelo personagem, procuramos, a partir da teoria das elites e da história dos intelectuais, problematizar o que podemos chamar de um projeto intelectual de idealização histórica e um viés desenvolvimentista sobre as realidades de Campo Mourão e região.</p> 2021-04-30T21:18:30+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1362 Patrimônio cultural e educação patrimonial: analisando livros didáticos de História 2021-05-12T23:43:13+00:00 Ruan Carlos Mendes ruan.carlos.mendes@hotmail.com Rogério Maciel Nunes rogerionunes31@gmail.com <p>No ano de 2019 a FAFIDAM/UECE realizou o seu VI <em>Simpósio Pesquisa e Ensino de História</em>, no qual os autores deste artigo ministraram uma oficina para debater questões em torno do patrimônio cultural e do livro didático. Na ocasião foram aprofundados referenciais teóricos, com base em Ferreira e Oliveira (2019), discussões que retomamos agora. Também foi proporcionado que os participantes analisassem coleções de livros didáticos de História e apontassem como o Patrimônio Cultural é ou deixa de ser abordado. Desse modo, a análise aqui apresentada parte da experiência dessa oficina para refletir sobre as visões que os graduandos expuseram. A conclusão aponta que os licenciandos percebem que os livros não conceituam a Educação Patrimonial sistematicamente e indicam a necessidade de uma definição sobre o patrimônio cultural que sirva de suporte aos professores para o desenvolvimento dessa discussão.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-04-30T22:06:20+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1621 Medievalismo e Feminismo 2021-05-12T23:43:15+00:00 Judith M. Bennett judithb@usc.edu <p>O presente artigo foi redigido originalmente em inglês, cujo título é Medievalism and Feminism, de autoria da professora e pesquisadora Judith Bennett, publicado pela The University of Chicago Press (1993). Trata-se de uma discussão interessada em teorizar sobre o conceito de gênero a partir dos estudos empreendidos pelos medievalistas.</p> 2021-04-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1620 Expediente 2021-04-30T22:23:24+00:00 Marcus Vinicius Reis mv.historia@gmail.com <p>Expediente do&nbsp;v. 3 n. 7 (2021)</p> 2021-04-30T20:11:23+00:00 ##submission.copyrightStatement##